agosto 22, 2016

Dia 22 - Parque e Palácio da Pena





Foi a primeira vez que visitei o Parque e o Palácio e fiquei agradavelmente surpreendido com o local.
Acabei por entrar, sem querer, através de uma entrada secundária, mas que aconselho a todos, Entrada dos Lagos, não apanhei fila, pedi os bilhetes e entrei. Quando passei pela Entrada Principal reparei que as filas eram grandes, portanto fica aqui uma dica.

Aspeto Positivo: Atendimento da equipa
Aspeto Negativo: Falta alguma sinalização no Parque
Preço - 1 Adulto: 14€ (grátis aos domingos para os residentes de Sintra)
Tempo da minha visita: 4 Horas
Avaliação:

Comecei a visita pelo Vale dos Lagos (Cinco lagos para onde conflui a principal linha de água do Parque), passei pelas duas pateiras existentes, no terceiro lago ainda vi dois cisnes pretos, são realmente animais belos, embora notasse que tivessem fome. Depois fui rumo à Fonte dos Passarinhos (Pavilhão de estilo islâmico), é um local bastante tranquilo para conversar.



Fazendo aqui um pequeno salto na minha visita já para o meio, senti que me enganaram quando pedi informações sobre a Cruz Alta (Esculpida em pedra como troncos entrelaçados, no local mais alto da Serra). Disseram-me através do auxilio do mapa (grátis e que podem recolher na entrada, aconselho) onde eu a poderia ver e lá fui eu até ao alto para admirar a obra (fotografia da esquerda, em cima), qual não foi o meu espanto quando no fim da visita ao vir por um caminho perto da Casa do Pombal (Espaço multimédia com maqueta 3D da Paisagem Cultural de Sintra), que estava fechada, me deparo com uma cruz igualzinha (fotografia da direita, em cima). Curioso fui ler a placa e acabei por descobrir que aquela era a original e que outrora tinha levado com um raio ficando parcialmente destruída, ficando assim no local original uma réplica.

Retomando a visita desde a Fonte dos Passarinhos, tinha como objetivo ir ver as Estufas e o Jardim das Azáleas, acabei por descer para um pequeno vale onde descobri mais tarde ser a Feteira da Rainha (Coleção de fetos arbóreos plantada num vale com especiais condições climáticas), mesmo assim ainda tinha a ideia de ver as Estufas, como não havia nenhuma sinalização pelos caminhos secundários continuei em frente até que fui dar ao Tanque dos Sete Pinheiros, que para quem não conhece já fica bem longe das Estufas e do Jardim, optei por seguir até à Cruz Alta que ficava já mais perto.

Depois de ter estado no Miradouro da Cruz Alta fui em direção ao Palácio, cheio de sede. Quando cheguei dirigi-me à cafetaria para comprar algo para beber e comer (é caro, portanto sugiro uma mochila com uma garrafa de água e uma sandes ou bolachas, é outra dica).

O exterior do Palácio é qualquer coisa de incrível, para além do edifício ser o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX, é o mais importante pólo da Paisagem Cultural de Sintra. Ao entrar vê-se logo o Brasão de Armas do rei D. Fernando II, antes de se passar pela ponte levadiça. 


Gostei particularmente do Salão Nobre e do Quarto do Rei D. Fernando II (podem ver nas fotografias, em baixo). Um ponto menos positivo na visita é que várias salas estão interditas ao público para restauro, como o quarto do Rei D. Carlos I ou o escritório do mesmo, eu sei que é essencial para preservar mas não entendo o motivo de serem tantas ao mesmo tempo.

Foi uma visita muito interessante onde aprendi bastante sobre a História de Sintra e Portugal, como por exemplos, o facto de D. Fernando II ter sido casado com a Condessa d'Edla (Cantora lírica).
Uma última dica é para não comprarem alimentos na loja de recordações porque os preços são exorbitantes e podem comprar o mesmo artigo num supermercado, fica muito mais acessível.





- Todas as fotografias são da minha autoria.

Ficaste com vontade de conhecer? O que achaste?

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